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Registro de autoridade
Pessoa Campinas, SP.

Adriano Júlio de Barros

  • Pessoa

Adriano Júlio de Barros (Campinas, 16 de abril de 1864 - São Paulo, 10 de dezembro de 1940) foi um médico, político e empresário paulista. Adriano de Barros fez seus primeiros estudos no Colégio Morton em sua cidade natal; prosseguiu neles ainda em Campinas, no afamado Culto à Ciência. Formou-se em medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, na primeira turma após a Proclamação da República, em 1889. Inicialmente trabalhou em São Paulo, como médico legista. De volta a Campinas, pouco tempo depois, logo se tornava um dos clínicos mais famosos da época.

Afrodisio Vidigal

  • Pessoa

Filho de Antônio Pedro Vidigal e D. Angélica da Costa Carvalho Vidigal, nasceu a 14 de março de 1857 em Laranjeiras. Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de São Paulo a 6 de novembro de 1879, tendo feito os primeiros anos de curso acadêmico em Recife, iniciou sua carreira pública como advogado em Campinas, naquele Estado. Após três anos de trabalhos forenses nos auditórios dessa cidade, foi nomeado juiz municipal do termo de Piracicaba, cargo que exerceu desde 3 de abril de 1882 a 3 de abril de 1886.

Alberto Dias D'Almeida Teixeira

  • Pessoa
  • 1925 - 2011

Alberto Dias D'Almeida Teixeira (São João do Estoril, Portugal 1925 - Campinas SP 2011) Pintor, desenhista e professor. Estuda desenho e pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa entre 1947 e 1950. Nesse último ano, interrompe os estudos e muda-se para São Paulo, onde tem aulas com Flexor (1907-1971) e, entre 1952 e 1955, torna-se membro do Atelier-Abstração. Em 1956, faz viagem de estudos a Paris, onde permanece até 1958, tendo contato com os postulados do abstracionismo lírico. De volta ao Brasil, atua como professor de desenho e pintura no MAC/Campinas, 1968, além de ministrar curso teórico de iniciação nas artes plásticas no Centro de Ciências, Letras e Artes, 1970. Em São Paulo, leciona artes plásticas e história da arte no Colégio São Luís, 1972. Ocupa, entre 1972 e 1977, o cargo de professor titular na PUC/Campinas e na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araras. Suas participações no Prêmio Leirner de Arte Contemporânea e no 1º Salão Esso de Artistas Jovens lhe rendem, respectivamente, o segundo e o primeiro prêmio em pintura.

Alberto Santos Dumont

  • Pessoa

Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873 — Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista, autodidata e inventor brasileiro, Alberto Santos Dumont foi o sexto filho de Henrique Dumont, engenheiro formado pela Escola Central de Artes e Manufaturas de Paris, e Francisca de Paula Santos. Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, o título de responsável pelo primeiro voo num avião, atribuído por brasileiros a Santos Dumont, é disputado com outros pioneiros, nomeadamente os irmãos Wright.

Alfredo Gustavo Pujol

  • Pessoa

Filho do educador e tradutor francês Hippolyte Gustave Pujol e da campineira Maria José de Castro. Formou-se na Faculdade de Direito de São Paulo e desde jovem abraçou a causa republicana. Foi deputado estadual de 1898 a 1900, de 1901 a 1903, de 1907 a 1909 e de 1910 a 1912. Foi também deputado federal e secretário de governo do presidente de São Paulo Bernardino de Campos.

Álvaro Bautista

  • Pessoa
  • 1937 - 2012

Estudou na Real Academia de Bellas Artes San Fernando, na Faculdade de Belas Artes da Complutense entre 1969 e 1973 e no Centro de Altos Estudos FAE, em Madri, Espanha. Trabalhou por dois anos com Eduardo Naranjo, mestre do hiper-realismo espanhol, praticando técnicas de pintura mural e encáustica. Em 1973, cursou a Faculdade de Belas Artes de Paris, França e, no ano seguinte, a Faculdade de Belas Artes de Roma, Itália. Quatro anos mais tarde, veio para o Brasil e fixa residência em Campinas, onde fundou a Escola de Belas Artes da Unicamp e atuou como professor titular de desenho, pintura e escultura entre 1984 e 1989 e no ano seguinte torna-se chefe do Departamento de Artes Plásticas. Morreu em 28 de Setembro de 2012. Foi criador do curso de Artes Plásticas da Universidade e um dos idealizadores do laboratório de Estudos e Pesquisas em Artes e Ciências (Lepac).

Antoine Hercule Romuald Florence

  • Pessoa

Antoine Hercule Romuald Florence, conhecido como Hercule Florence ou Hércules Florence, (Nice, 29 de fevereiro de 1804 — Campinas, 27 de março de 1879), foi um inventor, desenhista, polígrafo e pioneiro da fotografia suíço-brasileiro.

Antônio Carlos Gomes

  • Pessoa

Antônio Carlos Gomes (Campinas, 11 de julho de 1836 — Belém, 16 de setembro de 1896) foi o mais importante compositor de ópera brasileiro. Destacou-se pelo estilo romântico, com o qual obteve carreira de destaque na Europa.

Antonio de Queirós Telles

  • Pessoa

Antônio de Queirós Teles, primeiro barão de Jundiaí, (Jundiaí, 1 de fevereiro de 1789 — Campinas, 11 de outubro de 1870) foi um proprietário rural e político brasileiro.

Antônio Rodrigues de Mello

  • Pessoa
  • 1872-1914

Antônio Rodrigues de Mello (1872-1914) nasceu e faleceu em Campinas. Perdeu seus pais prematuramente, ficando sob os cuidados de seu tio, Manuel Homem de Mello. Estudou na Academia de Direito do Largo São Francisco, na qual se bacharelou em Ciências Jurídicas e Sociais. Em Campinas, exerceu o ministério público com a curadoria de órfãos e ausentes e foi procurador judicial na Câmara Municipal de Campinas. Casou-se com Anna Luiza Teixeira, pertencente à família Teixeira Nogueira, com quem teve quinze filhos.

Antônio Roseno de Lima

  • Pessoa
  • 1926-1998

O pintor e fotógrafo Antônio Roseno de Lima (1926-1998) nasceu em Alexandria (RN) e faleceu em Campinas (SP). Aos 22 anos trocou a roça pela cidade, onde aprendeu a fazer doces com a madrinha doceira. Casou-se com Cosma, sua primeira namorada, com quem teve cinco filhos. Após oito anos de casado, deixou a família e veio para a cidade de São Paulo (SP), onde conheceu Soledade, sua companheira por quarenta anos. Semianalfabeto, em 1961 Roseno frequentou um curso de fotografia e desenho durante dois meses. Ainda trabalhando com a venda de doces, passou a fotografar crianças, aniversários, casamentos, dando início a sua atuação como fotógrafo profissional e ao estúdio “Foto Santo Antônio”. Em 1962 mudou-se para Indaiatuba (SP), onde continuou a atividade de fotógrafo, registrando casamentos, acidentes de automóvel para laudos técnicos, retratos 3x4, além de dedicar-se a pintura e a fazer doces. Mesmo falido, continuou inscrevendo o nome do estúdio nas suas pinturas. Roseno pintava todos os dias e em série, repetindo a mesma figura várias vezes. Quando um desenho lhe agradava, recortava-o em lata para poder repeti-lo outras vezes. Usava materiais precários, pintando numa mesa abarrotada de objetos. Em 1976, devido a dificuldades financeiras, mudou-se para a favela Três Marias, em Campinas, na qual viveu até sua morte. Com problemas de saúde, vivendo num barraco miserável, no qual também havia uma venda improvisada de doces, pinga e cigarro, o pintor e fotógrafo – como assinava – teve uma existência precária entre amontoados de papéis velhos, latas, desenhos antigos e pinturas. Em 1988, o professor Geraldo Porto, do Departamento de Artes Plásticas do Instituto de Artes da Unicamp, conheceu as pinturas de Roseno numa exposição coletiva de artistas primitivistas no Centro de Convivência Cultural de Campinas. Impressionado com seu trabalho, o professor aproximou-se de Roseno e passou a adquirir seus quadros, dos quais o artista ainda não havia conseguido comercializar nenhum. Em 1991, Geraldo Porto organizou a primeira exposição de Roseno na galeria de arte contemporânea “Casa Triângulo”, em São Paulo. Esta primeira exposição gerou repercussão nos meios de comunicação, dando maior visibilidade ao artista, que passou a ser procurado por pessoas interessadas em adquirir suas pinturas. Com o sucesso da exposição em São Paulo, uma rede de televisão alemã realizou uma matéria sobre a obra de Roseno, apresentada durante a exposição “Documenta de Kassel”. Contudo, mesmo com um certo reconhecimento, Roseno morreu na miséria.

Arnaldo Augusto Vieira de Carvalho

  • Pessoa

Arnaldo Augusto Vieira de Carvalho (Campinas, 5 de janeiro de 1867 — São Paulo, 5 de junho de 1920) foi um pioneiro médico brasileiro.

Berenice Toledo

  • Pessoa
  • 1940 -

Cursa Desenho e Artes Plásticas na PUC/Campinas, onde foi aluna de Bernardo Caro. Em 1978 foi premiada em Buenos Aires (Argentina), no Festival Latino-Americano de Super- 8 (gênero) com o prêmio de melhor filme experimental. Em 1979, participa do Festival de Cinema Super-8 em Veneza, na Itália. Em1983 torna-se professora do Departamento de Artes Plásticas do Instituto de Artes da Unicamp.

Clodomiro Lucas

  • Pessoa
  • 1941 -

Clodomiro Rodrigues Lucas Filho (São Paulo, 1941). Pintor, gravador, professor e jornalista. Inicia-se na arte autodidaticamente em 1963.

Egas Francisco Sampaio de Souza

  • Pessoa
  • 1939 -

Egas Francisco Sampaio de Souza (São Paulo, 1939) artista plástico, desenhista, cenógrafo e professor brasileiro. Vive em Campinas. Na década de 60, leciona educação artística no Instituto D. Nery e, no Centro de Ciências, Letras e Artes, dirige o departamento de pintura, onde ministra cursos para crianças e funda o curso livre para engraxates e jornaleiros.

Fedor Krutinsky

  • Pessoa

Exposições: 27º Salão de Belas Artes de Piracicaba / 44º Salão Paulista de Belas Artes 6/11/1980 - 30/11/1980

Ferdinando Panattoni

  • Pessoa
  • 1900-1964

Ferdinando Panattoni foi aluno salesiano do Externato São João e, quando jovem, trabalhou na papelaria e tipografia Casa Genoud. Foi professor do Colégio São Benedito, tendo ali lecionado durante cinco anos. Ingressou na Fundação Casper Líbero como cronista esportivo em 1936 e trabalhou como jornalista nos jornais “Diário do Povo”, “Correio Popular”, “A Gazeta” e “A Gazeta Esportiva” e na revista “A Gazeta Esportiva Ilustrada”. Foi o segundo diretor da sucursal de “A Gazeta”, assumindo o cargo em 1948, além de diretor de “A Gazeta Esportiva”. Foi também secretário geral do Guarani Futebol Clube e presidente da Associação Campineira de Pingue Pongue. Recebeu os títulos de Sócio Honorário da União de ex-alunos Dom Bosco, do Liceu Nossa Senhora Auxiliadora, em 1958, e de Cidadão Campineiro, por meio da Resolução nº. 193, de 4 de Julho de 1961.

Francisco Biojone

  • Pessoa
  • 1934 - 2018

Francisco Antão de Paula Souza Biojone (Campinas, SP, 1934 - Campinas, SP, 2018). Em 1950 começa a pintar e integra o Grupo Vanguarda de Campinas, responsável pela renovação das artes visuais na cidade. Fez parte do Grupo Vanguarda, criado em 1958 na mesma cidade por artistas como Thomaz Perina, Edoardo Belgrado, Franco Sacchi, Maria Helena Motta Paes, Biojone trabalhou arduamente numa pintura que perpassa naturezas-mortas e paisagens. No início da década de 1970, Biojone debruça-se sobre outra vertente da arte: as então denominadas obras ambientais, revelando possível influência dos trabalhos realizados por alguns integrantes do Neoconcreto do Rio de Janeiro.

Fúlvia Gonçalves

  • Pessoa
  • 1937

Fúlvia Gonçalves (Pedreira SP 1937). A artista plástica Fúlvia Gonçalves cursou Comunicação Visual pela Escola de Artes Plásticas de Ribeirão Preto entre os anos de 1960 e 1968. Ainda em Ribeirão Preto, SP, frequentou os ateliês de Francisco Amendola e dos italianos Leonello Berti e Bassano Vacarini. Trabalhou como docente na Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) no curso de Cinema de Animação. Em Campinas, SP, teve grande atuação junto a Unicamp, tendo estado envolvida na criação e implantação dos cursos de graduação e pós-graduação em Artes Plásticas do Instituto de Artes (IA) da Unicamp. Nesta Universidade, lecionou pintura e gravura em cursos de extensão, foi chefe do Departamento de Artes Plásticas, nas áreas de Comunicação Visual e Artes Gráficas, e foi a responsável pela elaboração dos painéis que decoram o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM). Em 1986, em parceria com o memorialista Benedito Barbosa Pupo, publicou o livro “Testemunhos do Passado Campineiro”. No ano de 1988, defendeu seu doutorado, com a tese “Natureza, Objetos, Ambiente”, sob orientação do Prof. Dr. Joaquim Brasil Fontes Junior. Participou de diversas exposições, e suas obras podem ser encontradas em acervos nacionais e internacionais, como o do Museu de Arte Moderna de Céret, na França.

João Falchi Trinca

  • Pessoa
  • 17 de setembro de 1911 - 10 de maio de 1995

João Falchi Trinca (Campinas, 17 de setembro de 1911 - 10 de maio de 1995) foi um colecionador responsável pela constituição do maior acervo particular reunido sobre a cidade de Campinas, também conhecido como “Campiniana”. A partir de 1927, com dezesseis anos de idade, passou a colecionar livros, jornais, revistas, almanaques, folhetos, fotografias e documentos diversos relacionados com a história de Campinas. Formado em contabilidade, trabalhou na empresa Gessy, em Valinhos, região de Campinas. Foi casado com Maria da Conceição Delgado Trinca. Em 1939, mudou-se para São Paulo, onde continuou a reunir documentos sobre a sua cidade natal. O acervo bibliográfico de João Falchi Trinca, acomodado em um apartamento na Alameda Barros, popularizou-se entre os pesquisadores e outros interessados. Ao longo da década de 1970, diversas instituições da cidade, e inclusive o poder municipal, se mobilizaram no sentido de convencer Trinca a transferir seu acervo histórico para Campinas. Em 1986, após anos de negociação com o professor José Roberto do Amaral Lapa, efetivou a doação de sua “Campiniana” para o Centro de Memória - Unicamp. Faleceu em 10 de maio de 1995, e no mesmo ano foi homenageado com a denominação de uma rua no bairro DIC V.

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