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Registro de autoridade
Campinas, SP.

Câmara Municipal de Campinas

  • Entidade coletiva

Câmara Municipal de Campinas é o órgão legislativo do município de Campinas. Atualmente localizada em um prédio próprio, no bairro Ponte Preta, a Câmara funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas, com sessões ordinárias realizadas às segundas e quartas, das 18 horas até, no máximo, às 23h15 (horário limitado pelo regimento da Casa).

Carlos de Campos

Carlos de Campos (Campinas, 6 de agosto de 1866 — São Paulo, 27 de abril de 1927) foi um advogado e político brasileiro. Foi o décimo-segundo presidente do estado de São Paulo, tendo governado de 1 de maio de 1924 até o dia de sua morte, quando assumiu o governo interinamente o presidente do Senado Estadual Antônio Dino da Costa Bueno, em virtude da renúncia do vice-presidente do estado, Coronel Fernando Prestes de Albuquerque.

Centro de Memória - Unicamp

  • Entidade coletiva

O Centro de Memória - Unicamp (CMU), órgão que integra a Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (Cocen), vinculado à Coordenadoria Geral da Universidade (CGU) da Universidade Estadual de Campinas, é responsável pela captação, organização, preservação, disponibilização e difusão de acervos documentais, especialmente relacionados à cidade de Campinas (SP), assim como à produção de pesquisas e publicação de livros e periódicos de caráter interdisciplinar, com ênfase na articulação entre memória e história.

Clodomiro Lucas

  • Pessoa
  • 1941 -

Clodomiro Rodrigues Lucas Filho (São Paulo, 1941). Pintor, gravador, professor e jornalista. Inicia-se na arte autodidaticamente em 1963.

Colégio Ateneu Paulista

  • Entidade coletiva
  • 1921 - ca. 1970

Fundado em 1921 e autorizado em 1º. de maio de 1922 por portaria da Diretoria de Ensino do Estado de São Paulo. Instalado no prédio do Solar do Barão de Ibitinga, esquina da Rua Quatorze de Dezembro com a Rua Doutor Quirino, demolido em 1976. Após 1970, passou para a tutela do Estado, retomando suas atividades com o nome de Colégio Estadual Aníbal de Freitas. Desde 1976, se localiza na Rua Primeiro de Março, nº 38, Bairro Jardim Guanabara, com o atual nome de Escola Estadual Professor Aníbal de Freitas.

Egas Francisco Sampaio de Souza

  • Pessoa
  • 1939 -

Egas Francisco Sampaio de Souza (São Paulo, 1939) artista plástico, desenhista, cenógrafo e professor brasileiro. Vive em Campinas. Na década de 60, leciona educação artística no Instituto D. Nery e, no Centro de Ciências, Letras e Artes, dirige o departamento de pintura, onde ministra cursos para crianças e funda o curso livre para engraxates e jornaleiros.

Fedor Krutinsky

  • Pessoa

Exposições: 27º Salão de Belas Artes de Piracicaba / 44º Salão Paulista de Belas Artes 6/11/1980 - 30/11/1980

Ferdinando Panattoni

  • Pessoa
  • 1900-1964

Ferdinando Panattoni foi aluno salesiano do Externato São João e, quando jovem, trabalhou na papelaria e tipografia Casa Genoud. Foi professor do Colégio São Benedito, tendo ali lecionado durante cinco anos. Ingressou na Fundação Casper Líbero como cronista esportivo em 1936 e trabalhou como jornalista nos jornais “Diário do Povo”, “Correio Popular”, “A Gazeta” e “A Gazeta Esportiva” e na revista “A Gazeta Esportiva Ilustrada”. Foi o segundo diretor da sucursal de “A Gazeta”, assumindo o cargo em 1948, além de diretor de “A Gazeta Esportiva”. Foi também secretário geral do Guarani Futebol Clube e presidente da Associação Campineira de Pingue Pongue. Recebeu os títulos de Sócio Honorário da União de ex-alunos Dom Bosco, do Liceu Nossa Senhora Auxiliadora, em 1958, e de Cidadão Campineiro, por meio da Resolução nº. 193, de 4 de Julho de 1961.

Francisco Biojone

  • Pessoa
  • 1934 - 2018

Francisco Antão de Paula Souza Biojone (Campinas, SP, 1934 - Campinas, SP, 2018). Em 1950 começa a pintar e integra o Grupo Vanguarda de Campinas, responsável pela renovação das artes visuais na cidade. Fez parte do Grupo Vanguarda, criado em 1958 na mesma cidade por artistas como Thomaz Perina, Edoardo Belgrado, Franco Sacchi, Maria Helena Motta Paes, Biojone trabalhou arduamente numa pintura que perpassa naturezas-mortas e paisagens. No início da década de 1970, Biojone debruça-se sobre outra vertente da arte: as então denominadas obras ambientais, revelando possível influência dos trabalhos realizados por alguns integrantes do Neoconcreto do Rio de Janeiro.

Fúlvia Gonçalves

  • Pessoa
  • 1937

Fúlvia Gonçalves (Pedreira SP 1937). A artista plástica Fúlvia Gonçalves cursou Comunicação Visual pela Escola de Artes Plásticas de Ribeirão Preto entre os anos de 1960 e 1968. Ainda em Ribeirão Preto, SP, frequentou os ateliês de Francisco Amendola e dos italianos Leonello Berti e Bassano Vacarini. Trabalhou como docente na Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) no curso de Cinema de Animação. Em Campinas, SP, teve grande atuação junto a Unicamp, tendo estado envolvida na criação e implantação dos cursos de graduação e pós-graduação em Artes Plásticas do Instituto de Artes (IA) da Unicamp. Nesta Universidade, lecionou pintura e gravura em cursos de extensão, foi chefe do Departamento de Artes Plásticas, nas áreas de Comunicação Visual e Artes Gráficas, e foi a responsável pela elaboração dos painéis que decoram o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM). Em 1986, em parceria com o memorialista Benedito Barbosa Pupo, publicou o livro “Testemunhos do Passado Campineiro”. No ano de 1988, defendeu seu doutorado, com a tese “Natureza, Objetos, Ambiente”, sob orientação do Prof. Dr. Joaquim Brasil Fontes Junior. Participou de diversas exposições, e suas obras podem ser encontradas em acervos nacionais e internacionais, como o do Museu de Arte Moderna de Céret, na França.

João Falchi Trinca

  • Pessoa
  • 17 de setembro de 1911 - 10 de maio de 1995

João Falchi Trinca (Campinas, 17 de setembro de 1911 - 10 de maio de 1995) foi um colecionador responsável pela constituição do maior acervo particular reunido sobre a cidade de Campinas, também conhecido como “Campiniana”. A partir de 1927, com dezesseis anos de idade, passou a colecionar livros, jornais, revistas, almanaques, folhetos, fotografias e documentos diversos relacionados com a história de Campinas. Formado em contabilidade, trabalhou na empresa Gessy, em Valinhos, região de Campinas. Foi casado com Maria da Conceição Delgado Trinca. Em 1939, mudou-se para São Paulo, onde continuou a reunir documentos sobre a sua cidade natal. O acervo bibliográfico de João Falchi Trinca, acomodado em um apartamento na Alameda Barros, popularizou-se entre os pesquisadores e outros interessados. Ao longo da década de 1970, diversas instituições da cidade, e inclusive o poder municipal, se mobilizaram no sentido de convencer Trinca a transferir seu acervo histórico para Campinas. Em 1986, após anos de negociação com o professor José Roberto do Amaral Lapa, efetivou a doação de sua “Campiniana” para o Centro de Memória - Unicamp. Faleceu em 10 de maio de 1995, e no mesmo ano foi homenageado com a denominação de uma rua no bairro DIC V.

Lélio Coluccini

  • Pessoa
  • 1910 - 1983

Lélio Coluccini ( Pietrasana, 3 de dezembro de 1910 - Campinas, 24 de janeiro de 1983 ) foi um escultor Italiano, nascido na região da Toscana. Mudou-se com sua família para o Brasil ainda criança, morando por um curto período em São Paulo capital, e depois em Campinas, onde passou a maior parte de sua vida. Sua família foi proprietária da "Marmoraria Coluccini", que funcionou na esquina com General Osório e Ernesto Khulmann. Aos quatorze anos volta para Itália, afim de formar-se em artes e estuda na Instituto d’Arti Stagio Stagi e Academia de Arte de Carrara. Em 1931 Retorna à Campinas e abre seu ateliê na Avenida General Osório, 752. Faz exposições no no Centro de Ciências, Letras e Artes e participa da I Exposição de Arte Contemporânea, que aconteceu no Saguão do Teatro Municipal Carlos Gomes. Vive em Campinas até seu falecimento, em 24 de julho de 1983.

Luiz Liberman

Luiz Liberman nasceu em Lutsk, na Polônia, em 25 de dezembro de 1894, mudou - se para o Brasil em 1930 devido a situação política na Europa, teve papel importante no comércio na cidade de Campinas, sendo fundador da tradicional Casa da Lealdade.

Luiz Marcelino Guenelli

Luiz Marcelino Guenelli, nasceu na cidade Sousa, PB em 1905 e mudou-se para Campinas em 1923, atuando como esportista contribuindo na criação do estádio do Guarani e comerciante até seu falecimento em 10 de fevereiro de 1978.

Marcelino Velez

  • Pessoa
  • 1883 - 1952

Marcelino Velez, estudou em São Paulo no Liceu Coração de Jesus e em Campinas na escola Normal Caetano de Campos, alcançou grande sucesso inaugurando em 4 de Agosto de 1912, no Centro de Ciências a exposição de escultura de Marcelino Velez, teve passagem pela Europa entre 1913 e 1914, voltou a Campinas, onde foi nomeado para a cadeira de desenho e caligrafia da Escola Normal, lesionando por 33 anos.

Maria Aparecida Bueno de Mello

  • Pessoa
  • 1919 - 2009

Maria Aparecida Bueno de Mello, ( Campinas, 1919 - idem, 2009) que utilizou durante certo tempo também o pseudônimo artístico de Piki, fundou o Grupo Da Vinci e o grupo de Vanguarda de Campinas, um dos mais importantes movimento de artes plásticas do país, reflexos ainda que tardios da Semana de 22.Colaborou na formação dos acervos do Museu de Arte Contemporânea de Campinas e da Unicanp, assim como com a formação de Casas da Cultura no interior. Sua primeira exposição individual de pintura e escultura foi no antigo Teatro Municipal Carlos Gomes, Campinas (1957), desde então participou de cerca de 50 exposições destacando-se entre outras: Salão Paulista de Arte Moderna em São Paulo, Bienal Nacional de São Paulo, Salão de Belas Artes de Campinas, de Santos, de Taubaté, de Santa Bárbara D"Oeste.

Maria Helena Motta Paes

  • 1937-2005

Maria Helena Motta Paes (1937-2005) nasceu no Rio de Janeiro e se radicou em Campinas em 1940. Foi umas das fundadoras e a única mulher do Grupo Vanguarda. Em 1961 cria o Grupo Hoje, que visava ao estímulo a novos artistas de Campinas através de exposições coletivas, que aconteciam principalmente no Centro de Ciências, Letras e Artes (CCLA). Essa pesquisa é financiada pelo CNPq e tem o objetivo de recolher material sobre a vida da artista e analisar suas obras de acordo com o contexto da época, da região e dos grupos nos quais ela se inseria, além de definir qual foi sua importância na difusão da arte moderna para a formação de
novos artistas em Campinas. A pesquisa se deu através de entrevistas com pessoas que conheceram a artista, de consultas ao arquivo do CCLA e da reunião de material bibliográfico sobre o Grupo Vanguarda. Motta Paes começou sua carreira com pinturas figurativas e logo passou a desenvolver um trabalho ligado ao abstracionismo, pesquisando em suas paisagens a relação de espaço, cor e planos, exaltando a perspectiva e a horizontalidade. Participou ativamente da vida artística da cidade e foi uma das organizadoras do V Salão de Arte Contemporânea de Campinas (SACC), realizado em 1969. Participou da VII e da IX Bienal Internacional de São Paulo, de vários SACC e Salões Paulistas de Arte Moderna.

Paulo Cheida Sans

  • Pessoa
  • 1955

Paulo Cheida Sans ( Campinas, 1955). Professor do Curso de Artes Visuais da PUC-Campinas. Mestre em Filosofia da Educação pela PUC-Campinas e Doutor em Artes pela Unicamp. Curador do Museu Olho Latino, Atibaia, SP, que possui enorme acervo de gravuras de artistas brasileiros e latino-americanos. Organiza, com este acervo, exposições em diversas localidades há mais de uma década. É autor de livros sobre arte-educação e já participou de 400 exposições no Brasil e exterior, tendo recebido 36 prêmios no Brasil e 4 no exterior.

Sílvia Basílio de Matos

  • Pessoa

Graduada em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da Unicamp, Campinas, São Paulo em 1987. Desde então tem participado de exposições coletivas e individuais no Brasil, Argentina e Espanha. Ao mesmo tempo ela tem estudado e participado de workshops com vários artistas, como Mary Drischtel, Marco do Valle, Carlos Fajardo, Marina Saleme, Sandra Cinto, Albano Afonso, entre outros. Em 1995, recebe o título Benemérito da Unicamp e, no ano seguinte, é catalogada no Women’s Art Library, de Londres. Em 1991, inaugurou o Sílvia Matos Ateliê de Criatividade, em Campinas/SP, com o objetivo de promover cursos, workshops e exposições de arte com artistas. Carlos Fajardo foi um dos artistas que durante cinco anos discutiu arte contemporânea com um grupo de artistas de Campinas. Como resultado dessas reuniões, em 2001 foi criado o Grupo Antropoantro e o Ateliê se tornou o local das reuniões, discussões e pesquisas do Grupo. Desde 2005, Sílvia Matos tem se dedicado principalmente à pesquisa, sua arte e o desenvolvimento do Grupo Antropoantro.

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